Após vetar a veiculação de anúncios político e eleitorais em seus serviços e criticar resoluções aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Google reforçou ontem que vai seguir regras já adotadas globalmente pela big tech para inteligência artificial nas eleições municipais brasileiras, como a restrição de perguntas relacionadas ao pleito no Gemini, seu chatbot de IA.
A empresa também anunciou que vai repetir a parceria com a Corte eleitoral para destacar informações do próprio tribunal nas buscas sobre eleições.
No YouTube, a empresa trabalha ainda com um selo para que criadores identifiquem quando um conteúdo realista foi gerado ou alterado por IA. A plataforma também atualizou em junho seus recursos de denúncia para conteúdos sintéticos.
No Google, usuários que fizerem perguntas sobre “título de eleitor”, “como votar” e “onde votar” serão direcionados para a informações oficiais da Justiça Eleitoral. A big tech também irá trazer mais links do TSE no painel que exibe os resultados sobre o pleito, que aparecem em destaque nos dias do primeiro e segundo turno.
Painéis com conteúdo oficial serão exibidos no YouTube, a partir de outubro, com informações direcionadas para o site do TSE. A empresa também vai adotar um selo de verificação na loja de aplicativos Play Store para identificar aplicativos oficiais. Além disso, o Google começou ontem a divulgar uma página sobre tendências em buscas sobre a disputa eleitoral. (O Globo).





























